«A carga fiscal portuguesa caiu 4,5% entre 2000 e 2004, segundo o índice da revista Forbes publicado esta semana. O índice mede a pressão fiscal, desde a taxa de IRC até ao IRS, passando pelo IVA e contribuições sociais ao longo dos últimos quatros anos. Portugal surge na 20ª posição num ranking de 50 países, Na União Europeia, a Alemanha está no topo dos reformadores fiscais com a carga de impostos a cair mais de 30%, ao contrário do Reino Unido que é o único país que aumentou em média os impostos entre 2000 e 2004.
A revista Forbes destaca, no entanto, o “paradoxo francês” que apesar da França ser um dos campeões da carga fiscal continua, o país continua a atrair um elevado investimento estrangeiro. Em 2003, segundo a Forbes, o investimento estrangeiro em França criou mais 20% de empregos que nos anos anteriores. As excelentes infra-estruturas físicas e humanas explicam a preferência dos investidores, refere a Forbes.»
Penso que esta notícia devia merecer uma reflexão profunda por parte de todos aqueles que têm responsabilidades na condução dos destinos do país, com especial destaque para a economia, a fiscalidade e a educação.